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URGENTE: Aras bate de frente com ministros e promete a “cabeça” do Lula

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Recurso da PGR sobre Lula só será analisado após julgamento de suspeição de Moro.
O Brasil é uma putaria sem freio quando se fala de justiça e política, mais uma vez o STF banaliza o judiciário brasileiro ao anular condenação de Lula sobre uma operação que foi de suma importância para o país, a “Lava Jato”.

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Confira;
O procurador-geral da República, Augusto Aras, vai entrar com uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal), a fim de reverter a decisão do ministro Edson Fachin de anular as condenações do ex-presidente Lula (PT). O chefe da PGR já determinou à sua equipe que elabore um recurso contra a determinação.
Aras está muito quieto imagina-se que está trabalhando para colocar Lula na cadeia novamente.
“Agora, mais do que nunca, a esperança precisa vencer o medo, porque o medo está nos conduzindo a renunciar a todos os direitos sociais que nós conquistamos a duras penas,” declarou Aras.

O recurso da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra a decisão do ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), de anular as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, só será analisado depois que a Segunda Turma da corte termina o julgamento sobre a suspeição do ex-juiz Sergio Moro.
Mesmo que o recurso da PGR seja levado ao plenário do tribunal antes do fim da discussão sobre a eventual parcialidade de Moro, haverá um pedido de vista (mais tempo para analisar o caso) de um dos ministros. Nos bastidores do Supremo, a avaliação é a de que o próprio ministro Gilmar Mendes poderia fazer o pedido.

De acordo com relatos feitos à CNN, há um movimento para tentar reverter a decisão de Fachin no plenário do Supremo, mas, hoje, essa possibilidade é considerada remota. Nos cálculos internos, ao menos sete ministros tendem a referendar a incompetência da Justiça Federal em Curitiba para processar e julgar o ex-presidente Lula.
No cenário atual, a maioria do plenário tende a dar aval ao entendimento de Fachin de que as acusações contra o petista não se restringem especificamente à Petrobras e, portanto, extrapolam a atuação da 13ª Vara Federal do Parnará.

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